Juridiquês em Tempos de Internet

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Ok! É claro para todo mundo que a clareza das informações é primordial em qualquer atendimento, porque não seria na advocacia? Um serviço prestado precisa ser vendido primeiro – ainda que o termo vendido provoque náuseas em advogados mais conservadores – e vender é algo que fazemos todos os dias da nossa vida.

 

A persuasão dos tempos atuais carece cada vez mais de diálogo com o cliente. Se antes as palavras difíceis mostravam autoridade, hoje tal comportamento é rejeitado pelo seu interlocutor mais instruído, logo esse, que carrega em si a maior capacidade de remuneração.

 

Ora, que não há mais espaços para o Juridiquês acho que todos sabemos.

 

O “titular da capacidade postulatória” elabora um discurso sobre “”ajuizar uma ação”, citando as laudas, jurisprudências, doutrinas e diversas palavras coloquiais porque foi assim que seus professores fizeram e é assim que as provas da OAB lhe cobra.

 

Sim, é muito difícil formar-se e notar que o restante do mundo prefere “folhas” a “laudas”, “requerer” a “postular”, “discórdia” a “contenda”.

 

E diante de tanto juridiquês, como usar o Marketing Jurídico na Internet?

 

Esse é o recorte de um comentário do leitor de um cliente do nosso trabalho de Marketing Jurídico Digital e que demonstra como cada vez mais as pessoas precisam de informações claras e orientadas para solucionar seus problemas. Com a quantidade de esclarecimentos disponíveis na internet sobre todas as matérias jurídicas possíveis, a população passou a conhecer mais da retórica do reduto.

 

O advogado muitas vezes é corrigido ou questionado de forma mais contundente e precisa estar preparado para isso. Mas isso é bom! Questionamentos significam engajamentos e, no Marketing, engajamento é o passo antes de um objetivo ser atingido, o que talvez signifique venda!

 

A reciclagem de um advogado não se dá apenas na gestão da porta pra dentro do escritório. É claro que administrar as contas, os investimentos e o RH é essencial para seu negócio, mas nada disso seria necessário se não houvesse algum processo maduro de captação de clientes.

 

E não cabe mais o juridiquês na equação de captação de clientes após a popularização da Internet. Seu discurso precisa ser mais convincente que o advogado iniciante no Youtube!

 

Por: Rita SoaresSudamar Cerqueira

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