Captação ética de clientes

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Especialização: porque escolher uma área de atuação já não serve!

 

Advogado, você provavelmente já ouviu falar que a melhor estratégia para obter clientes e trabalhar de forma mais segmentada é a especialização, certo?

Assim que ouve essa afirmação, o advogado logo imagina que optar por uma área de atuação como direito penal, direito trabalhista ou tributário é o caminho mais correto. Aqui pretendemos desmistificar esse pensamento obsoleto ou corrigir as distorções em torno dele, afinal se especializar numa área de atuação já não basta, é preciso ser um pouco mais ousado – e mais paciente – se o plano é obter resultados mais consistentes.

 

  • Área de atuação: um mundo muito grande!

Nos primeiros contatos com o direito, o aluno tem uma ligeira sensação de que estudar todos os códigos é impossível e que ele vai fracassar na árdua missão de conseguir a carteirinha da OAB. Depois de algum tempo, ele abraça uma área de especialização e promete amor eterno.

O primeiro ano de advocacia geralmente é difícil. Para sobreviver, o advogado se inscreve em todos os processos seletivos dos diversos escritórios sedentos por jovens advogados cheios de energia. Os mais corajosos montam seu escritório com um sócio – ou vários – e ambos gastam muito dinheiro para estarem presentes em feiras, palestras e eventos de networking.

Mas o que esses jovens advogados estão procurando nesses eventos? A resposta pode ser simples – e um tanto quanto óbvia: “clientes”! Mas quem são seus clientes?

Imaginemos um evento de tecnologia. Naquele evento eu tenho empresários fornecedores e consumidores do setor de TI, eu tenho autônomos, funcionários terceirizados e contratados. Como se essa variedade já não fosse suficientemente grande, ainda possuímos funcionários de diversos departamentos: jurídico, pessoal, técnico, fiscal, jornalístico… Percebe que cada um ali possui verdades e problemas totalmente diferentes entre si? Percebe que dizer para qualquer participante que você é advogado “especialista em direito do trabalho” te faz apenas mais um?

 

  • Advogado especialista: um solucionador de problemas.

Nós do Marketing Jurídico Legal somos consultores em Marketing Digital para advogados e acreditamos que, tanto no mundo físico, como no digital, o posicionamento específico, alinhado com as oportunidades do mercado é a melhor estratégia tanto para um jovem, quanto para um advogado sênior.

A diferença é que o advogado mais experiente consegue decidir isso sozinho, quando a maioria dos iniciantes talvez precise de uma ajuda para montar um planejamento estratégico.

Na nossa opinião, é essa escolha que fará os grandes advogados de sucesso do futuro.

Digamos que, naquele mesmo evento ali citado, somos apresentados ao público como “advogados especializados em crimes digitais”. Talvez ninguém irá te procurar com questões trabalhistas, ou com dúvidas tributárias. Embora você até tenha noção disso tudo, ao se especializar em direito digital, tem um leque de problemas muito menor para bater um bom papo com possíveis clientes.

Na internet a especialização também funciona: construa um site ou um blog especializado. Produza alguns textos falando diretamente com seu cliente, com um fato novo ou pouco comentado e isso lhe renderá bons frutos!

Portanto, saia um pouco do código, das jurisprudências e entenda a vida do personagem do seu nicho, entenda sua rotina, seus problemas relacionados com sua especialização, os entraves relacionados com o lucro da empresa ou com a realização pessoal desses indivíduos.

Alguém que nos entende, que nos poupa horas em reuniões explicando o contexto vale o quanto cobra! Além disso, à medida que o tempo vai passando seu conhecimento naquele super nicho passa a tornar-se referência no mercado e, consequentemente, você entra no processo verdadeiro do mercado do conhecimento. Afinal, como autoridade, você passa a oferecer mais conhecimento e menor suor.

Se você tem pretensão de trabalhar melhor, de fidelizar clientes ou de ser destacado no meio da enorme quantidade de advogados do mercado, fica a dica: especialize-se!

Por: Rita Soares

relogio

Caro amigo Jovem advogado,

Vou ser bem direta para que você entenda a importância da sua atuação em busca do próprio sucesso.

De antemão, peço desculpas caso algum termo usado venha te ofender. Espero que entenda o tom mais informal dessa conversa… ;)

Vamos lá?

Passou no Exame da Ordem? Parabéns! Você é foda – P.H.O.D.A!

Foda sim…, porque realmente não é para qualquer um, especialmente para aquele que fez uma faculdade “boqueta” (e isso na mais ampla acepção da palavra…rsrsrs, que vai desde problemas de qualidade da faculdade até de desinteresse do próprio aluno… Enfim… um dia a conta chega!!! :O) ou aquele que fez Direito por que o pai pediu ou a família influenciou, muito menos para aquele que fez em busca de status (nesse caso… Óhhhhh vida cruel, MERMÃOOOO! Hauhauhauhau… perdeu teu tempo, jovem! Rsrsrs…).

Se nenhum desses é o seu caso, isso aqui é para você:

Não tô dizendo aqui que é impossível não… Eu mesma (não é me gabando…rsrsrs… ahhh… vá… só um pouquinho!) passei e tô te dizendo que o único concorrente que pode mesmo te impedir de passar é você mesmo… Você só precisa seguir 02 passos: Se olhar no espelho e parar de se gongar (desvalorizar, boicotar etc.)!

Mas, por que se olhar no espelho?!?!?! Véiiiii… olhe para você! Suponho que se você realmente está se esforçando, você realmente é capaz de passar… Basta se enxergar como uma pessoa apta a realizar isso! E você é!

Todo mundo diz que é uma prova de concurso. Não é! É difícil? Talvez! Muita matéria, tudo junto, pressão, sua vida no que eu costumo chamar de limbo (nem é advogado, nem deixa de quase ser – O verdadeiro nada jurídico… rsrsrs…), enfim… acho que mais pesa o conjunto da obra do que a própria prova em si, que não é impossível, mas, óbvio, precisa te beneficiar no dia para cair aquilo que você mais estudou ou tem mais afinidade etc. É uma prova cujo único concorrente, como já dito, é você mesmo, porque depende praticamente somente daquilo que você estudou.

Ou seja, quanto MELHOR você tiver estudado, mais a prova vai te beneficiar, oras! Além disso, tirou o básico, o mínimo, passou… Não se fala aqui em classificação, mas apenas em aprovação.

Como eu já disse: se eu passei, filhote, porque cargas d’água você não passaria!? Veja bem… terminei a minha faculdade em 2008 e só fiz a minha prova em 2014… Para completar o pacote e ajudar mais ainda, levei 09 (nove) anos para terminar a faculdade… então… não fui a pica das galáxias do aproveitamento né? Meu conteúdo foi aprendido de forma picada, espaçada; com inúmeras mudanças legislativas no caminho e, ainda, mesmo após isso, levei 06 (seis) anos do término para decidir por fazê-la… Tinha tudo para não passar, mas passei. Estudei? Porraannnnnnnn, só estudei!!!

Óbvio que uma coisa não tive: a pressão… Sou funcionária pública, então não passar na OAB não significaria adiar o início da minha vida profissional e financeira, mas eu tinha sim uma defasagem gritante de conteúdo, que poderia me boicotar, mas não… eu não deixei isso acontecer.

Então assim… com relação a essa pressão, se você está tentando e não tá passando, TE ACALMA! Respira fundo! Conteúdo você tem… o que você precisa agora é se controlar. Você não vai morrer se não passar, o apocalipse não vai acontecer, seu mundo não vai cair! A única coisa que pode acontecer, nesse momento, é adiar um pouco os seus planos (sei que você tem pressa, está ansioso, tá lascado sem grana e sem emprego; precisa estudar, mas está depressivo, etc etc etc), mas não pode acabar com eles se você não deixar.

Pega as últimas provas e vai fazer, refazer, decorar, meu querido!!!! Te garanto que só nessa aí você já ganhou 20 questões… e se você entender o conteúdo cobrado, mais 20… então ENJOY! Você só precisa de 40 pontos. Estude, se planeje, se programe, FAÇA AS ÚLTIMAS PROVAS e procure entender o conteúdo de suas respostas. Ponto!

Pois bem… Digamos que você siga o script direitinho e então que você passe (e vai passar! Tenho fé! Tenha também, pox (rr) a!).

Isso quer dizer que agora sua vida vai andar; que, como num passe de mágica, agora que você virou um “adevogado”, seus clientes vão aparecer a rodo, e finalmente você vai poder comprar aquela Mercedes dos seus sonhos, certo!?!? Nã nã ni nã nãoooooooo…!!! ACORDA! Você já consegue visualizar a Mercedes que é acessível nesse momento, né? (Tem motorista e auxiliar financeiro… rsrsrs…. Advinha!?).

Te digo o seguinte: a não ser que você já tenha um emprego, esteja estagiando ou tenha QI (papai com grana para te colocar para trabalhar com os coleguinhas dele) enquanto isso, você VAI FICAR NO LIMBO até receber a carteira… Que, aliás, demora prá caramba para ser entregue.

Isto porque, ninguém vai querer te dar um emprego sério e permanente fora da advocacia nesse momento, porque você é bicho solto; óbvio que assim que puder você dará início a sua carreira. Muito menos alguém te dará emprego já dentro da advocacia, por que, você ainda não é advogado.

Enfim… Superada a polêmica chata sobre o “ser ou não ser, eis a questão…”, você me pergunta: peguei a carteira… Sou “Dotô”! Rsrsrs… Fera, concordo! É sim! para o seu cliente, para seus colegas, para a OAB, O Sr. é sim tratado como doutor! Só não deixe essa porra subir a sua cabeça e comece a exigir esse tratamento… Não seja pedante… não seja pedante, caceta! Para! Isso é uma parada natural, pelo apreço que você vai ter…. enfim… Você não pode exigir isso de ninguém, então jamais faça! É feio.

Pois bem, terminei a faculdade, fiz estágio (ou não), sou advogado, tenho conhecimento (rsrsrsrs… será?), o que eu faço agora? Então… começa aí a parte difícil…

Daí eu faço um adendo sobre o estágio e a faculdade: a faculdade é a hora não só de aprender a teoria, mas especialmente de aplicá-la na prática. Estagie, imagem do cão (ou filho de Deus, se preferir!)! rsrsrs… Esse é o momento de fazer júris simulados ou reais (como aluno, ok?), treinar as peças processuais, tirar dúvidas, acompanhar casos reais, etc…. Ou seja, de pentelhar teus mestres e procurar se aprofundar mais na sua profissão!!! Você não têm ideia do quanto isso te dará segurança na hora do “VAMU VÊ”!

Mas, daí você me pergunta outra coisa: ôhhh maluca, que moral cê tem para falar sobre isso? Respondo: Eu observo, tenho vários amigos jovens advogados e acompanho a luta deles de fora. Isso me dá uma visão mais privilegiada, especialmente porque olho com uma certa invejinha, sabe? Rsrsrs… brincadeira… observo porque é o meu sonho SÓ advogar e esse sonho está cada vez mais distante, tendo em vista as dificuldades do jovem advogado e a impossibilidade de, hoje, eu largar o serviço público para me dedicar à carreira, seja trabalhando para alguém, e daí temos que dizer: ganhando, de início, a MISÉRIA que os escritórios pagam como piso (que está mais para teto); ou mesmo, levando meu próprio escritório; o que AINDA É MAIS DIFÍCIL!

Não se iludam, o início é complicado: trabalha-se muito, ganha-se pouco.

Então, o que eu vim fazer aqui? Dizem que se conselho fosse bom ninguém dava, vendia; mas considerando que nem tudo na vida é comércio, vim justamente para te dar um conselho (ou alguns…) rsrsrs…

Terminou a faculdade, passou na ordem, não consegue colocação ou não quer trabalhar em um escritório já firmado, quer seguir por conta própria? MERMÃOOOOOOOOOO… seu mundo não caiu! É possível! Procure ajuda! Comece a frequentar a OAB, pegue a vãzinha que ela disponibiliza e vai bater perna nos fóruns! Seja voluntário, que seja, para pegar experiência etc., aproveite! Converse com seus colegas, discuta (olha a educação!) etc.

Em Brasília, por exemplo, tem um grupo muiiiiiito bacana de jovens advogados, criado especificamente para essa integração (Ab Initio) – É um grupo de Brasília, mas está aberto para jovens advogados do Brasil todo! SE LIGA NO MOVIMENTO!!!

Acesse o site, peça entrada pelo facebook, sei lá… entre em contato com os administradores do grupo e comece a interagir, a mostrar o seu valor… Por mais inseguro quanto ao Direito que você esteja, conversando, vai se entender, vai pegar o feeling da parada, entendeu? Eu garanto, seus colegas de profissão vão te ajudar, porque lá a ideia não é de concorrência, mas de parceria.

Comece a ser visto, a ser lembrado! E se você era do tipo egoistinha invejoso na faculdade (ahhh não vou colocar o nome dele no trabalho por que ele não fez) ou odeia seu coleguinha porque ele entendia aquela matéria de empresarial que você não fazia a mínima ideia de por onde ir…rsrsrs… (muito eu nessa!!! Hehehe…) ESQUEÇA! Aliás, lembre-se dele… Larga de ser besta por que ninguém sai da faculdade sabendo tudo, nem se especializa em todos os ramos, muito menos domina isso!

Então, se você sabe que ele é bom em um ramo específico que, por um acaso você não tem afinidade, faça PARCERIA COM ELE POOOOORRRRAAAAAAA!!! Provavelmente, ele também não terá afinidade com algum ramo que você tenha mais conhecimento e vai ficar feliz em ver um rosto conhecido confiando nele e poderá finalmente não recusar um cliente, pois terá você por perto, e vice-versa! É a sua chance também de não recusar clientes (o que é o fim da picada, aliás!!!!).

Como já disse antes, frequente a OAB…

A OAB/DF (mesmo eu sendo fake! rsrsrs… mentira… sou ouvinte :P) sempre me recebeu de braços abertos, tem excelentes palestras, dispõe de meios e multimeios para te ajudar (aproveite a sua anuidade, velho!). Até o clube dos Advogados é uma! Participe dos eventos… interaja! Ah! As comissões… Nas comissões, você tem a possibilidade de discutir assuntos interessantes para a sua área, de se aprofundar em determinados temas. É legal, lute para fazer parte de uma!

Nesse ponto, vale ressaltar, mais uma vez, o papel do Ab Initio (aquele grupo de que falei), pois ele pode te ajudar nessa, também. O jovem advogado tem conseguido, pelo menos aqui, a ter uma visibilidade maior, a sentir mais confiança em participar das comissões da OAB, a frequentar mais os mesmos ambientes dos grandes. E isso tem sido fantástico. Todos têm gostado!

É justamente essa troca, a mescla da experiência com a jovialidade, que tem dado um gás bacana ao advogado do DF. Acho lindo! Brasília tem sido a prova de que a advocacia pode ser legal, mais dinâmica, mais interessante, menos formal…. Enfim, mais humana e receptiva com o jovem advogado. Todos perceberam que podiam somar e que isso era melhor àquela velha postura de separação em “clãs”, “castas” ou coisa do tipo, que todos sabem que existe no mundo jurídico.

Com relação ao clube da OAB/DF, me disseram uma vez que o clube era ruim, pequeno e tal! É pequeno sim! Mas tem tudo o que precisa! É bem cuidado, bonitinho… tem vários eventos etc. FREQUENTE! Se for o caso, vá só para dar aquela conferida nos coleguinhas ou nas coleguinhas… rsrsrs (por que ninguém tá morto, né bem!?).

Saia da mesmice! Deixe de ser antissocial! Toma uma breja, coma um “cocrete”! mas sempre com um olho no peixe e outro no gato… rsrsrs… Faça CONTATOS!

Te garanto que em 06 meses, pelo menos um cliente você terá! Kkkkkkkkkkkkkk… Mentira… (deixa de ser terrorista, Vanessa! Hahahaha…). Pois bem, não garanto o cliente, mas garanto que você terá a melhor sensação do mundo, porque seus colegas advogados, em sua grande e esmagadora maioria, são legais! Eu os conheço!

Eles vão te tratar com carinho, vão te abraçar, vão te indicar, vão te ajudar e de lambuja você ainda vai ter uma vida social incrível (o Ab Initio, por exemplo, faz eventos periódicos: churrascos, happy hours, etc.) APROVEITE!!!!

Comece sua vida profissional começando…. Saia desse sofá xexelento, todo moldado, larga um pouco esse livro, a internet, o facebook, e vá para o cara a cara, o corpo a corpo… Ahhh… produza artigos! Artigos são legais! Rsrsrs… Mas acima de tudo: TENHA PACIÊNCIA! Você ainda será grande, tudo ao seu tempo.

E lembre-se que só há uma pessoa capaz de te impedir o seu sucesso: Você mesmo!

Texto por: Vanessa Neves

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